fbpx
19 99646-7010 19 3496-1747

Suspeitos de pedofilia prestam depoimentos e são liberados por falta de provas

A Operação Glasnost, da Polícia Federal, prendeu na manhã de terça-feira (19) um engenheiro civil em Indaiatuba por suspeita de pedofilia. “Ele compartilhava havia seis anos material com conteúdo pornográfico infantojuvenil”, explica a delegada Estela Beraquet. Após pagar fiança de R$ 1.356 ele foi liberado.
De acordo com policiais federais, não foi comprovado que ele compartilhava o material pornográfico infantojuvenil, mas apenas mantinha posse. Este tipo de crime é afiançável.
Outros três suspeitos foram conduzidos para a sede da PF em Campinas, para depoimentos, já que com eles não foram encontrados evidências deste tipo de crime como fotos, vídeos e computadores com imagens. Eles são das cidades de Campinas, Bragança Paulista, Capivari e Hortolândia.
Eles foram levados para depoimentos e liberados por falta de provas.
Todos os quatro suspeitos levados à Polícia Federal em Campinas tiveram material genético colhido para um banco de dados, que poderá servir para futuras investigações.
A ação da Polícia Federal contou com o apoio da Guarda Municipal para cumprir um mandado de busca e apreensão em Capivari.
Com o auxílio da GM, o suspeito foi detido pela PF para prestar depoimento e teve equipamentos de informática apreendidos.
Para o secretário da Defesa Social, Gamaliel Lourenço de Souza, o apoio da Guarda Municipal “foi um relevante serviço para o esclarecimento e a elucidação da rede criminosa”.

Pedofilia
A Operação Glasnost havia prendido 19 pessoas, sendo 18 em flagrante até as 11 horas, segundo a Polícia Federal. A ação ocorreu na madrugada, no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Bahia e Goiás. A operação também cumprirá medidas semelhantes contra brasileiros investigados que moram nos estados Unidos com o apoio da Polícia Federal americana, o FBI.

Glasnost
Termo russo para transparência, a Operação Glasnost ganhou este nome porque parte dos investigados usavam um site hospedado na Rússia para a divulgação de fotografias de menores de 18 anos na internet e para contato com outros pedófilos pelo mundo. Outros estados envolvidos na operação são Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Goiás. Aproximadamente 400 policiais federais participam da ação.
Com informações do G1 Piracicaba.

Deixe uma resposta