Leondenis Vendramim

Bom humor e afeto no lar

Pessoas de bom humor transmitem, quase consequentemente, paz e amor no lar. O amor produz paciência com os erros do cônjuge, enxergam mais as virtudes, promove o bem-estar, irradia felicidade, ânimo e proporciona saúde. Entre tais pessoas Deus gostaria de estar, independente da condição econômica.

Jornais comentam sobre o aumento extraordinário de feminicídios e outros crimes dentro da família durante a “quarentena”. Contudo, o amor cresce na proporção que o convívio aumenta; portanto, a reclusão nos lares não é a causa do crescimento da criminalidade, antes, é o convívio com pessoas de mau caráter, que não controlam seus arroubos de maus pensamentos e maus desejos.

Estamos assistindo a uma escalada de violência doméstica. Dois homens foram presos em Capivari (dias 2 e 4 de julho) por estupro de crianças de 2, 6, 11 e 13 anos.

No Rio G. do Sul, duas mulheres (mãe e madrasta) torturaram e mataram o filho de 7 anos; em Brasília o caso de Juan foi semelhante; em Vila Velha/ES, o filho matou o pai, médico, à facadas; em Valinhos, o pai, riquíssimo, espancava e ameaçava esposa e filho, colocando o cano de uma de suas armas na boca deles. Para proteger a mãe, o filho o matou com três tiros, no dia 3 de julho.

Todos esses casos revelam descontrole da pregressa personalidade violenta.

Ao falar sobre o lar, pensamos em uma família, composta de pessoas diferentes, pai, mãe, filhos, irmãos, masculinos e femininos, de gerações e opiniões diversas, morando sob um mesmo teto.

Os pais precisarão de sabedoria, prudência, paciência, amor, e acima de tudo, da orientação divina para manter a família unida, com paz e harmonia para um convívio feliz.

Contudo é preciso estabelecer regras bem definidas. Cada um deve ter tarefas a cumprir de acordo com a idade e capacidade. A casa precisa ser limpa e organizada, roupas lavadas e passadas, refeições preparadas, louças e panelas lavadas e guardadas, camas arrumadas, calçados colocados em seus lugares, para um viver feliz e saudável.

Não é justo sobrecarregar a mãe com todas essas obrigações, enquanto os filhos usufruem, assistem TV, manipulam o celular. Todos devem contribuir. Isto dará senso de responsabilidade às crianças e as protege dos malefícios do mau companheirismo.

Os rebentos devem guardar os brinquedos, arrumar sua cama e o quarto, ajudar a mãe lavar as louças após as refeições. Exercer essas tarefas faz delas pessoas organizadas, laboriosas e responsáveis.

Jornal O Semanário

Esta notícia foi publicada por um dos redatores do jornal O Semanário, não significa que foi escrita por um deles, em alguns dos casos, foi apenas editada.

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