Editorial

Chegamos ao fim para um novo recomeço

E cá estamos. Chegamos ao fim de mais um ano e, diga-se de passagem, que ano. Nos despedimos de 2020 com o desejo de que ele nem tivesse existido.

É claro que nem só de pandemia viveu o homem. Em meio aos desafios, perdas de familiares e amigos para uma doença que virou o mundo de cabeça para baixo, 2020 também trouxe muitos ensinamentos.

Este ano nos mostrou que o ser humano tem um potencial enorme de se adaptar às intempéries da vida.

Mostrou também que a solidariedade das pessoas é tão grande quanto a vontade de viver.

Também foi o ano em que ficou escancarado os interesses escusos de alguns políticos, que governam sem pensar num todo. Em muitas atitudes, demonstrando a incapacidade e falta de sensibilidade para analisar a realidade de cada município e as particularidades do seu povo.

O pior de tudo, foi assistir a política suja em um dos setores mais precários e delicados do país, a Saúde. Quanta tristeza e imoralidade.

Mas enfim, a maior lição que fica, é que tudo depende da atitude de cada um de nós. Nada melhor do que educar com o exemplo, começando dentro de casa, com a família, depois na sociedade em que vivemos e daí por diante.

Vivemos uma dinâmica adaptativa constante, por isso, é sempre bom ter a mente aberta e se munir de conhecimento para acompanhar a evolução. Infelizmente, quem não estiver disposto a isso, pode sofrer as consequências de viver no esquecimento desse mundão capitalista.

Pois bem, lamúrias de lado, o momento também é de agradecimento. Primeiramente, gratidão a Deus pelo dom da vida e pela saúde. Sem isso, não teríamos forças para enfrentar tamanhos desafios.

Gratidão também a você, leitor, amigo, que nos acompanha semanalmente pelas páginas impressas d’O Semanário, e também diariamente pelo nosso portal online de notícias.

Agradecimento aos nossos colaboradores, que cresceram em meio a esta pandemia e deram fôlego para nos mantermos firmes na luta.

E não poderíamos nos esquecer da família O Semanário, motivação maior da continuação de tudo isso.

Se esperávamos de 2020, um ano de colheita dos frutos plantados, de 2021, desejamos apenas saúde e dignidade para fazer o que sabemos de melhor, seguir em frente. Do resto, a gente corre atrás e sabe que dá conta.

Feliz Natal e um Ano Novo repleto de paz, saúde e realizações!

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