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Mês Julho – Ano 2019

Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário

Estamos no início do sétimo mês do ano 2019 a caminho do ano 2020, sempre na expectativa e na esperança de que; em nossas orações diárias as súplicas dirigidas ao Pai nosso que está no Céu, para que haja harmonia, compreensão e entendimento entre os homens sejam atendidas, para que a tão almejada Paz Universal seja finalmente alcançada.

Na avançada idade em que nos encontramos, em tempo algum, soubemos que em algum lugar do mundo não estava havendo guerra, entre nações ou internas.

Desde tempos imemoriais, instigado pela ganância, o animalesco espírito humano vem, tentando invadir terras para delas se apossarem, provocando dos proprietários, logicamente através de suas Forças Armadas, evitá-lo nos campos de batalha.

Inicialmente as armas usadas para ataques e defesas eram constituídas de espadas e lanças, pelos guerreiros protegidos da cabeça aos pés por fortes armaduras, a pé ou cavalgando treinados e também protegidos corcéis.

Surgiram depois, com o invento da pólvora, os arcabuzes, os canhões e as bombas, passando para as metralhadoras, fuzis, revólveres, garruchas, espingardas “carregadas pela boca”, pistolas automáticas, bombas atômicas e atualmente os velozes, certeiros teleguiados mísseis de longo alcance.

Naturalmente são usadas as burocráticas funções das equipes de técnicos e especialistas, através de planejamentos de ataques e defesas, no céu, terra e mar.

Tudo com os imprevisíveis e incalculáveis danos materiais e financeiros, sem contar as irreversíveis perdas de vidas de combatentes, as de indefesas pessoas, jovens, idosos e crianças de ambos os sexos.

Tudo para que? Se vencedores, amealhadas enormes fortunas, por acaso levarão consigo ao cessar-lhes a vida no corpo físico? Na espiritualidade não há moedas nem casas Bancárias para depositá-las.

Não somos donos de nada! Tudo quanto estamos usando, aqui ficará para ser utilizado (ou destruído) pelos nossos herdeiros. É muito importante nos desapegarmos dos bens materiais, procurando “não olhar para traz” ao desencarnarmos (morrermos fisicamente), evitando sofrer ao assistirmos da espiritualidade (caso não tenham sido doados) até estranhos invadindo e se apossando do que julgávamos ser eternamente nosso.

Como a nossa passagem por este Plano de Entendimentos e Regeneração, é muito rápida, devemos aproveitar os minutos no dia a dia, para aprender – principalmente na perfeita e inigualável escola da vida – assimilando, aplicando e divulgando as sábias lições e exemplos à nós legados pelo Divino Mestre Jesus.

Preparemo-nos para a verdadeira vida (a espiritual), vivendo como se último fosse, o dia que estamos vivendo e agradecendo à Deus, pela oportunidade de desfrutarmos dessa Graça, na prática do Bem nos afastando do seu oposto. Que assim seja.

Cidadania

Infelizmente grande parte da nossa população, não entendeu o significado da palavra cidadania e continua, ao invés de cumprir, desrespeitando as orientações emanadas do Legislativo e Executivo.

Sugerimos aos Srs. vereadores, uma ronda pelas ruas e praças de Rafard para constatarem o que constantemente temos afirmado: capim e lixo, assim como material de construção impedindo a passagem nas calçadas, enormes amontoados de mato e galhos de árvores pelas ruas, etc., etc.

A única maneira de serem solucionados esses problemas, que estragam a imagem da cidade é multando severamente os infratores! É isso.

ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

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