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Polícia localiza e prende GM acusado por estupro de menina de 13 anos

Depois de quase dois meses foragido, o pastor e guarda municipal de Rafard foi capturado nesta quarta-feira (30), na cidade de Ponta Grossa, estado do Paraná. Ele é acuso pelo crime de estupro contra uma menina de 13 anos.

Os policiais chegaram à prisão do GCM depois de um trabalho de inteligência policial, realizado pela Polícia Civil de Capivari, UIP-Deinter 9 e PC de Ponta Grossa.

Segundo a polícia, o homem já está em Capivari, onde será interrogado.

O pastor fugiu da cidade logo após a comunicação do crime e pedido de prisão preventiva expedido pela delegada Maria Luisa Dalla Bernardina Rigolin, da Unidade Especializada em Defesa da Mulher de Capivari.

Foto: Divulgação Polícia Civil

Entenda o caso

De acordo com a Polícia Civil, em 2019, a menina de 13 anos denunciou que era estuprada pelo próprio pai. Na ocasião, ele teve a prisão decretada.

Depois disso, o pastor, que também exercia funções de Guarda Municipal em Rafard, solicitou a guarda provisória da menor, que foi concedida pela autoridade judicial. A menina residiu de 2019 até julho deste ano com a família do homem.

Em agosto deste ano, a menina voltou para a casa da mãe. Segundo os fatos narrados, a genitora notou fatos estranhos que estariam acontecendo entre a adolescente e o pastor.

A mãe registrou a ocorrência após surpreender a menor de idade e o pastor dormindo juntos.

Ela relatou que o homem presenteou a filha com dois celulares.

“… o pastor estava se comportando de modo incomum, tendo presenteado a filha com dois celulares, já que a criança já não estava mais residindo em sua companhia.

Como se não bastasse, o primeiro celular havia sido danificado pela esposa do acusado, a qual ofendeu a integridade física da criança, pois, tinha conhecimento da prática criminosa”, narra o boletim de ocorrência.

Consta nos autos que a esposa do acusado ofendia constantemente a integridade física da menina, lhe submetendo a condições de tortura física e psicológica.

“…teve fases em que não podia sair do quarto e era obrigada a ler a bíblia como forma de punição pelos seus atos”, relata a ocorrência.

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