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Reaparição de Cristo II

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Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário (Foto: Arquivo)

Na atualidade, um Avatar é geralmente, um Representante do segundo aspecto divino, o do Amor-Sabedoria, do Amor de Deus. Manifestar-se-á como Salvador, Construtor, Preservador; a humanidade não esta ainda suficientemente desenvolvida nem adequadamente orientada para a vida do Espírito, para suportar com facilidade o impacto de um Avatar que expresse a dinâmica vontade de Deus.

Para nós – é essa a nossa limitação – um Avatar é ainda Quem resguarda, desenvolve, constrói, ampara e socorre os impulsos espirituais de que vivem os homens; o que O faz manifestar-se, é a necessidade do homem e seu pedido de preservação e ajuda.

A humanidade precisa de amor, compreensão e relações humanas justas, como uma expressão da Divindade. Foi essa necessidade que outrora trouxe o Cristo a nós, como o Avatar do Amor. O Cristo, o Grande Mensageiro humano-divino, por Sua Grande realização – o sentido da compreensão – transmitiu à humanidade um aspecto e uma potencialidade da natureza do próprio Deus, o princípio amor, da Divindade.

Luz, aspiração e reconhecimento do Deus Transcendente tinha sido a expressão vacilante da atitude humana para com Deus, antes da chegada do Buda, o Avatar da Iluminação.

Logo chegou o Buda e encarnou em Sua própria vida o fato do Deus Imanente como também do Deus Transcendente, do Deus do Universo da humanidade.

A personalidade da Divindade e o Eu no coração do homem individual, tornou-se um fator na consciência humana. Foi uma Verdade relativamente nova para o homem.

No entanto, enquanto Cristo não veio viver uma vida de amor e serviço, e deu aos homens o novo mandamento de se amarem uns aos outros, não se dera a devida importância a Deus como amor em nenhuma das Escrituras.

Após ter vindo como o Avatar do amor; Deus chegou a ser conhecido como o Amor Supremo; Amor como meta e objetivo da Creação; Amor como princípio básico das relações e Amor que tende, através de todas as manifestações, a um plano motivado pelo Amor. Cristo revelou e acentuou essa divina qualidade, e assim modificou a vida, os fins e valores humanos.

A razão pela qual Sua vinda não se produziu novamente, é que o trabalho necessário não foi feito pelos Seus adeptos de todas as partes. Sua vinda depende, em grande parte, como veremos mais tarde, do estabelecimento das devidas relações humanas.

A igreja o obstaculizou através dos séculos e não ajudou, com seu zelo fanático de fazer “cristãos” de todas as pessoas e não de adeptos do Cristo; estimulou a doutrina teológica e não o amor e a compreensão amorosa, como Cristo exemplificou.

A Igreja pregou no ardente Saulo de Tarso, e não o suave carpinteiro da Galileia. Assim, Ele esperou. A Sua hora já chegou pela “necessidade” dos povos em todas as Nações, e pela solicitação invocativa das massas de todas as partes e pelo conselho de Seus discípulos de todas as crenças e de todas as religiões do mundo.

Mas não nos é permitido saber nem o dia nem a hora da reaparição do Cristo. Sua vida depende do chamado (esse chamado tantas vezes silencioso) de esperança unificada; depende também do melhor estabelecimento de retas relações humanas e de certos trabalhos que se está fazendo agora, por parte dos Membros Maiores do Reino de Deus, a Igreja Invisível, a Hierarquia espiritual de nosso planeta; dependendo ainda, da constância dos discípulos de Cristo no mundo atual e de Seus colaboradores iniciados, que trabalham em numerosos grupos religiosos, políticos e econômicos. (Segue)

ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

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