Elizete Cristina Aguiar

Recuperar! Sempre.

Dizer que um aluno não tem solução ou recuperação, sem tentar todas as alternativas possíveis, é o mesmo que um médico perguntar ao seu paciente se ele já tem um plano funerário antes de realizar exames e/ou medicá-lo. Sempre existirão caminhos e soluções.

Sem um diagnóstico inicial não será possível enxergar os diferentes saberes de cada um. Mas, afinal, o que é um diagnóstico inicial?

São os diferentes instrumentos: provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de sondagem, situações-problemas, trabalhos em grupo, tarefas de casa. Olhar apenas para um instrumento é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido.

Fazer anotações após a análise de todos esses instrumentos, fará com que o professor descubra o que é individual e o que é coletivo. Então, ele poderá ajudar, seja no coletivo, individual ou em pequenos grupos, com diferentes estratégias, todos a superarem os problemas.

Se um aluno soube fazer algo em uma atividade, mas, na outra não, isso quer dizer que ele domina apenas parte do conteúdo. É preciso ouvir o aluno, suas hipóteses e o que o fez chegar até ali.

Com um diagnóstico bem-feito, já é possível dividir a classe: grupos com alunos que não apresentam problemas e precisam continuar avançando e os demais em grupos com dificuldades comuns.

Os agrupamentos são essenciais na aprendizagem em sala de aula ou até fora dela. As discussões se tornam mais ricas assim, como as reflexões. Na formação das duplas o ideal é colocar um aluno com maior dificuldade com um colega que entendeu melhor.

Depois dos agrupamentos, é claro que as atividades individuais são essenciais para que o aluno possa se sentir mais seguro.

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