Denizart Fonseca

Sabedoria de Gandhi V

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Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário (Foto: Arquivo)

Deus não pode deixar de SER devido as horríveis imoralidades ou desumanas brutalidades cometidas em Seu nome. Deus é eterno, onipresente, onisciente e paciente, mas justiceiro Ser no mundo atual e no futuro. Usa conosco as mesmas medidas que usamos com os nossos semelhantes e animais.

Para Ele a ignorância não é desculpa, embora esteja sempre nos perdoando, pois está seguidamente nos dando oportunidades para nos arrependermos faz falhas cometidas.

Deus é o maior democrata porque, através do “livre arbítrio”, nos dá liberdade de fazermos nossa própria escolha a seguir, entre o bem e o mal.

Deus é UM, e também são MUITOS. Deus é menor que um átomo e maior que os Montes Himalaias. Está contido numa gota do oceano, mas nem mesmo os sete mares podem contê-lo e a razão é importante para conhecê-lo. Está além do alcance ou das garras da razão. Mas não preciso persistir na afirmativa que a fé é essencial neste assunto.

Minha lógica pode fazer e desfazer inúmeras hipóteses. Um ateu pode embaraçar-me num debate, mas minha fé corre tão mais rápida que minha razão, que posso desafiar o mundo todo e dizer: “Deus era, é e será sempre”.

Mas os que pretendem negar Sua existência têm liberdade de fazê-lo. Ele é misericordioso e compassivo, não é um rei terreno que precise de Exército para fazer-nos aceitar Seu poder. Dá-nos liberdade e, não obstante, sua compaixão ordena-nos obedecer à Sua vontade. Se um de nós, porém, desdenha submeter-se à Sua vontade, Ele diz “Assim seja. Meu sol não brilhará menos para você nem minhas nuvens choverão menos para você. Não preciso forçar você a aceitar meu poder”.

Deixa Deus que os ignorantes disputem Sua existência. Sou um dos muitos milhões de devotos que creem Nele, e jamais deixarei de submeter-me á Ele e de cantar Sua glória.

Mestre Gandhi durante toda a sua vida, na Índia, para a Índia e pela Índia, atuou com as mentes dos políticos educadores, idealistas e sonhadores religiosos. Trabalhou fortalecendo os esforços de todos os que lutavam pela libertação das massas opressas, cujos métodos construtivos, não destrutivos, para que as melhoras obtidas fizessem parte da família humana.

Não trabalhava para elevar um setor do povo, à custa de outro, mas para a fraternidade e a correta compreensão das necessidades de todas as almas que fossem evoluídas na Senda, ou que estivessem começando sua peregrinação planetária, de acordo com a Lei da Reencarnação. (Segue)

Cidadania

Hoje, 20 de Novembro de 2019 é Feriado Nacional, em comemoração à Consciência Negra, isto é, para que seja com festejos, demonstrações afro-brasileiras e palestras elucidativas, com gratidão e respeitosamente lembrada a árdua e sofrida vida aqui passada por nossos irmãos negros que; por muitos anos carregaram nas costas – sob o jugo escravagista – com profícuo trabalho braçal, a colaboração para o progresso da Pátria Brasileira.

Não podemos deixar de louvar a Princesa Isabel que; influenciada pelos abolicionistas, José do Patrocínio, André Rebouças, Luiz Gama entre outros, que em substituição ao seu pai Pedro II dirigia os destinos do nosso país, no dia 13 de Maio de 1888, assinou a Lei Áurea abolindo a escravidão, fazendo assim, jus ao Título de “Isabel a Redentora”.

Unimo-nos e participamos desses eventos meritórios, abraçando nossos irmãos homenageados, considerando também que, perante Deus nosso Pai Creador, independente da raça ou da cor, somos todos iguais. É isso.

ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

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