Denizart Fonseca

Sabedoria de Ganhdi VI

denizart fonseca colunista
Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário (Foto: Arquivo)

Já demonstrado em outros artigos, Mahatma Gandhi foi um sábio indiano que deixou em sua passagem pelo planeta Terra, através da palavra falada, escrita e pelos exemplos em seus procedimentos, grandes lições que estamos transcrevendo, colaborando para os conhecimentos intelectuais evolutivos, dos nossos prezados leitores.

Tudo sobre o jejum

A primeira pergunta que intrigou muitos foi a respeito da Voz de Deus. Que era ela? Que ouvi eu? Alguma pessoa foi vista? Se não, como chegou a mim a Voz? Essas foram perguntas sobre o caso. Para mim a Voz de Deus, da Consciência, da Verdade, sua Voz Interna ou a pequena “Voz Silenciosa” exprimem uma e a mesma coisa. Não vi formas.

Nunca investiguei, porque sempre acreditei que Deus é sem-forma, mas o que ouvi era como uma Voz de muito longe, porém, bem próxima. Era tão inconfundível como qualquer voz humana explicitamente e irresistivelmente falando a mim.

Eu não estava sonhando na hora em que ouvi a Voz. A audição da Voz foi precedida de terrível luta dentro de mim. Repentinamente a Voz chegou a mim e tive certeza de que era a Voz, e a luta cessou deixando-me calmo.

A resolução foi tomada em consequência, a data e a hora do jejum foram fixadas dando-me alegria e sentindo-me refrescado, começando a escrever a nota a respeito dele, que o leitor deve ter entendido.

Poderia eu dar alguma comprovação mais, do que era verdadeiramente a Voz que ouvi, e não um eco da minha própria imaginação exaltada? Não tenho provas outras para convencer um cético, pois ele é livre para dizer que era tudo auto ilusão ou alucinação, mas posso dizer que nem mesmo o veredito unânime do mundo inteiro poderá abalar minha convicção de que, o que ouvi, era a verdadeira Voz de Deus.

Todavia acreditam alguns, que Deus é uma criação da nossa própria imaginação. Se essa opinião se confirmar, nada é real, tudo é pura imaginação nossa. Enquanto isso, enquanto minha imaginação me domina, só posso agir sob esse fascínio. As coisas mais reais o são apenas relativamente. Para mim, a Voz era mais real que minha própria existência. Ela nunca me enganou e, neste assunto, a ninguém mais.

E quem quiser, pode ouvir a Voz. Ela está dentro de cada um, mas como qualquer outra coisa, requer prévia e definida preparação. É a seguinte pergunta que intrigou muita gente: se um jejum um exército de médicos observa e guia o jejuador – como indubitavelmente e com extraordinário cuidado que me observaram e guiaram, como o jejuador foi mimado de muitas outras maneiras como eu fui – pode se designado como um jejum em resposta ao chamado da Voz Interna. Assim colocada, a objeção parece válida. (Segue)

Cidadania

Na próxima semana, daremos início a uma “campanha cívica” para o bem comum, em defesa da água e benefício da população rafardense, com informações úteis e esclarecedoras sobre como usar e preservar o precioso líquido, sem o qual não haveria nem haverá qualquer tipo de vida neste, e em outros planetas. Na esperança de que os dignos leitores entendam e apliquem as orientações, colaborando com o nosso Município, antecipamos nossa gratidão. É isso.

ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

Etiquetas
Botão Voltar ao topo
Fechar