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Sepultamento ou Cremação?

Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário

Multiplicam-se nas cidades o uso dos fornos crematórios o que achamos muito bom, considerando três objetivos: melhor utilização dos terrenos reservados para os cemitérios; profilaxia nas epidemias e extinção do culto aos cadáveres.

Culto aos cadáveres? Sim, as pessoas fazem do cemitério uma sala de visitas, pretendendo encontrar seus amados falecidos, sem saber que ali se encontram apenas os seus restos mortais. Certamente um lugar de mau gosto para um encontro com os finados. Muito melhor será, em oração rogar pela luz e paz onde estiverem de acordo com seu merecimento.

Em alguns países, como a Índia, em uma pira, há séculos os mortos eram cremados em cerimônia, e em outros, como castigo, ainda vivas as pessoas eram também queimadas em praça pública para servir de exemplo. Algumas inocentes, como o ocorrido com Joana Darc na França.

No Brasil, a cremação está começando a substituir o sepultamento, dependendo, é óbvio, da determinação e condições financeiras do moribundo.

Dependendo da compreensão e do conhecimento das pessoas quanto à diferença entre um e outro caso, e usando o seu livre arbítrio, há as que optam pela cremação.

Algumas pessoas em dúvida nos indagam, qual será o melhor meio a proceder sem ofender a Lei Divina que diz:- “Do pó vieste em cinzas te transformarás” ao invés de: “Do pó vieste ao pó retornarás”. Considerando os nossos estudos sobre a sobrevivência da alma e em reencarnações (a volta do espírito à vida terrena, material), modestamente respondemos que poderá ser tanto um quanto outro.

Quanto tempo deverá ser esperado para a execução? Setenta e duas horas, mas somente três dias o tempo para que o espírito possa normalmente se desligar da matéria, por iniciativa de um mentor ou da própria Natureza. Essa é a orientação que Emmanuel, protetor do Chico Xavier, nos deixou psicografada.

No caso da cremação, o corpo fica, como ficaria no velório, sem problema como se fosse num hotel, sendo naturalmente cobrada uma taxa.

Há várias informações sobre a cremação. Uma muito interessante é sobre a altíssima temperatura do forno. Tudo ali é combustão, até o cadáver e quanto mais gorda a pessoa, maior o fogaréu, já que a gordura em alta temperatura é inflamável. Recomenda-se um regime alimentar para quem deseja ser cremado, livrando-se de adiposidades que alimentam a combustão, “para não se julgar no inferno…”.

Pedimos ao leitor relevar algum detalhe humorístico. Não é desrespeito, mas o propósito de deixar menos fúnebre, quebrando a atmosfera que forma os temas relacionados com a morte. Afinal ele é apenas o retorno a Nosso Lar, a pátria espiritual, não havendo razão para personalizá-la na assustadora imagem de um esqueleto a brandir sanguinária foice, diante dela mantendo pavores e angústias.

Finalizando. Não importa o que façam com o nosso corpo, mas o que estamos fazendo da nossa alma. Seja de que jeito for, o corpo retornará, de acordo com expressão bíblica, ao pó. O importante é invertermos com empenho no processo em relação à alma. Erguermo-nos acima da poeira das cogitações imediatistas, para as gloriosas realizações do Espírito imortal, sustentadas pelos valores do Amor, do Bem e da Verdade. Assim seja.

Cidadania

Ainda não nos chegaram notícias sobre a pergunta feita sobre a solução do sério problema verificado que afeta o trânsito em nossa cidade. Continuaremos no aguardo assim como da preservação do meio ambiente, através da limpeza das praças e ruas que se encontram imundas. É isso.

ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

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