Turismo

Tauá Grande Hotel Termas de Araxá

Foto: Arquivo pessoal

Passamos alguns dias das férias de Janeiro no maior castelo do Brasil, que está dentro do Complexo do Barreiro, um centro turístico com águas termais, atividades para crianças e adultos, bosques e lagos na cidade de Araxá/MG. O Aeroporto de Araxá fica a 7 km, e o hotel oferece estacionamento gratuito no local. Inaugurado em 1944, com os jardins projetados por Burle Marx, o Grande Hotel de Araxá tornou-se parte da rede Tauá de resorts em 2010.

Fizemos o check-in e nos colocaram uma pulseira com um chip, assim não precisaríamos carregar a carteira pelo hotel, é acertado tudo no checkout. Depois que fizemos o check-in das crianças para a recreação, elas receberam um id cada uma e era possível ver onde estavam pelo hotel.

Os Taualegres, nome dos recreadores de todos resorts da rede Tauá, ficavam o dia todo com as crianças e era possível deixá-los almoçar e jantar com eles.

Dentro no nosso quarto, que era quádruplo, tinha frigobar, tv, um banheiro espaçoso e armários. É um hotel luxuoso que oferece spa com águas de fonte natural e piscina aquecida externa e piscina emanatória dentro das Termas.

No resort tinha um restaurante que as crianças comiam e outro em que era reservado para toda família. Tinha um bar de uísque que tinha apresentação de piano.

Você pode desfrutar do café da manhã farto no salão espaçoso decorado com cortinas de seda e lustres de cristal. As opções gastronômicas incluem especialidades locais e internacionais.

O resort tem pensão completa com café da manhã, almoço, chá das 5h e jantar incluso no valor da diária.

Foto: Arquivo pessoal

O spa no Tauá Grande Hotel oferece massoterapia e tratamentos estéticos e relaxantes. Tratamentos para crianças também estão disponíveis. A combinação harmoniosa faz referência explícita à arquitetura das antigas termas romanas, como as de Caracala. Atravesse lentamente este comprido passadiço fechado, adornado por afrescos de paisagens e pontos turísticos do estado, com iluminação natural, vida de pequenas aberturas quadradas no teto levemente côncavo.

Os vitrais da cúpula, trabalho meticuloso do artista belga Frank Urban, contam a história da Estância do Araxá.

O primeiro representa o vulcanismo, já que o Barreiro repousa sobre um vulcão extinto há 90 milhões de anos.

Na piscina emanatória de gases sulfurosos, à temperatura de 36º, águas radioativas estimulam o metabolismo e a circulação.

No meio da mandala, uma corrente de cobre desce a 30 metros abaixo da superfície e estabelece um contato entre quem se senta ao centro da figura geométrica e as forças naturais, reenergizando corpo e mente.

Dentro do hotel, incluso na diária, é possível fazer caiaque, standup, pesca, vôlei, tênis, caminhadas, teatro, cinema, tem as recreações e um playground. Passeios de bicicleta, pedalinho, cavalo e carruagem tem um custo adicional. Fizemos o passeio de bicicleta com a Araxá Passeios por 30 reais meia hora. Fomos até a fonte Dona Beja.

Dona Beja é o personagem mais importante da cidade de Araxá. Foi atribuído a ela o mérito da reconquista do território do Triângulo Mineiro para Minas Gerais em meados de 1814, quando a região tinha sido dominada por Goiás.

Foto: Arquivo pessoal

Maior destaque do turismo local, a fonte hidromineral que leva seu nome fica dentro das dependências do Grande Hotel, que fica aberto para visitantes e moradores. Segundo as histórias locais, era ali que dona Beja tomava seus banhos.

Dona Beja inspirou ainda vários autores a escreverem romances, livros históricos, roteiros para novela e cinema, peças teatrais e sambas-enredo.

Quando fomos assistimos o teatro da frozen e os personagens do Tauá: o índio Torí e sua Turma ficam circulando pelo hotel para tirarmos fotos.

Apesar de pegarmos um pouco de chuva na chegada e no primeiro dia, amamos a hospedagem com os funcionários bem treinados, atendimento nota mil, comida excelente e ótima recreação. A piscina ser aquecida já ajuda muito e ter atividades para família toda nos fez querer voltar em breve.

Indicamos o resort para toda família.

Por Aline Frediani Pinheiro
Fale com o autor: [email protected]

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