Denizart FonsecaOpinião

“Tudo passa, tudo passará”

15/07/2016

“Tudo passa, tudo passará”

Denizart Fonseca é professor de Educação Física e militar (Foto: Arquivo pessoal)
Denizart Fonseca é professor de Educação Física e militar (Foto: Arquivo pessoal)

ARTIGO | Sim, tudo passa e tudo passará menos os sábios ensinamentos e exemplar conduta aqui deixados pelo Divino Mestre Jesus, que os homens, teimosamente insistem em não entender e aplicar, fugindo à própria salvação.
As demonstrações de desumanidade, diariamente assistidas ou noticiadas confirmam que o ser humano – com raras exceções – conserva o espírito embrutecido e retrogrado dos habitantes da Idade da Pedra, quando tudo era resolvido pela força e somente os fortes sobreviviam.
Evidentemente hoje, os métodos são mais aperfeiçoados de demonstrar a superioridade pessoal, não sendo mais usada a força física, mas a mental quando os “mais vivos”, arquitetando e usando de artimanhas, ludibriam os menos inteligentes e desenvolvidos mentalmente, deixando-se enganar a semelhança de o pequeno inseto preso nas teias de uma astuta aranha.
Estamos assistindo, a cada dia em maior número, elementos que; através de uma aparente conversa sem segundas intenções, estuda detalhadamente a “sua vítima”, arquitetando um plano perfeito para usurpar-lhe , além de bens materiais sua influência, usando-o como os degraus de uma escada para se projetar e galgar posição de destaque na sociedade.
Na política brasileira estamos assistindo os milhões de reais que são desviados dos cofres públicos, além, das agora famosas propinas, para as contas particulares aqui e lá fora, sempre visando aumentar o seu “pé de meia” do larápio, que desconhecendo haver nas leis Divinas um dia e em algum lugar, onde deverão e irão prestar contas das falcatruas aqui feitas, prossegue em sua malfadada sina: roubar, roubar e roubar sem cessar!
A humilhação de serem escoltados, conduzidos algemados para atrás das grades – mesmo que desfrutando de certas mordomias que um preso comum não tem – como TV, banho de sol, assistência médica, etc., etc., não deixa de ser um vexame, ficando com seu nome sujo pelo resto de seus dias. Será que antes de cometer esses nefandos crimes, os ladrões não pensaram na vergonhosa herança que estariam deixando à sua esposa, parentes e aos descendentes, que certamente iriam sofrer pela discriminação na sociedade?
Mais que em um tribunal comum – onde poderá haver também uma falha no julgamento, os safados sendo libertados portando uma tornozeleira elétrica identificadora – usufruindo do conforto que o dinheiro proporciona, gozando das delícias da prisão domiciliar em luxuosa mansão, juntos aos familiares, amigos e assalariados, rindo e fazendo chacota da Justiça e dos seus defensores desconhecem que há uma justiça diferente que é a consciência de cada um, da qual ninguém escapa, sem tribunal, sem jurados e sem juiz, que irá de todos cobrar pelos acertos ou erros cometidos na vida neste planeta, planeta destinado à regeneração dos seus habitantes.
Sentir-nos-emos gratificados e agradecemos antecipadamente se: ao menos uma das pessoas que nos prestigiam lendo este modesto comentário entende-lo e aplicá-lo, pois estarão contribuindo para que haja amor, harmonia, compreensão, equilíbrio e paz no atribulado mundo em que vivemos.
Cidadania
Assim como “água mole em pedra dura…”, estamos apelando para que os moradores colaborem com a limpeza da cidade não atirando lixo na rua e principalmente cumprindo o especificado em folheto ilustrado, quanto aos dias indicados para fazê-lo, não permitindo que a cidade apresente em fins de semana o aspecto de cidade abandonada. Cidade limpa é cidade civilizada!
Há várias lâmpadas queimadas nas ruas assim como falta de placas indicativas de direção para veículos, dando origem a constantes observações de “contramão” de todo tipo de transporte, agravado pela desobediência nas esquinas onde mesmo com as placas os maus “motoristas” insistem em contrariar, talvez aguardando que haja uma lei que os puna e ponto na carteira ou aconteça um desastre para aprenderem. Vamos continuar no aguardo de que as pessoas se eduquem, para o próprio bem e dos seus semelhantes. Estamos também, aguardando ansiosamente e concretização do sonho das novas casas populares às dezenas de pessoas que se encontram “espremidas” em quartos cedidos por parentes. Que assim seja.

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