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Religião – Ousadia

Pastor Alexandre Jordão - Igreja Batista Nova Aliança

Esther Schwartz estava em frente a um hotel em Miami com seu neto Jacó, de três anos de idade. Ela simplesmente amava Jacó de paixão. Ela comprou para o pequenino e precioso Jacó um chapéu circular amarelo para que o sol não tocasse no alto da sua cabeça. Também comprou para ele um baldinho e uma pazinha. Lá na praia, Esther encanta-se com a graça que é Jacó: pegando a areia, pondo-a no balde, pegando mais areia, pondo mais areia no balde.
Ah, Yahweh, muito obrigado pelo Jacó.
Nesse exato momento, uma tremenda onda se aproxima, recolhe o pequeno Jacó, seu balde e sua pá e os arrasta para dentro do mar. Esther Schwartz fica muito zangada.
Ela olha para o céu e grita: “Quem você pensa que é? Você sabe quem sou? Sou Esther Schwartz. Meu marido, Salomão Schwartz, é médico, e meu filho, Billy Schwartz, é dentista.
Como você ousa fazer isso?”
Nesse exato momento, a maré traz uma segunda onda que arrasta o pequeno Jacó, seu balde e sua pá, de volta aos pés da avó. Esther Schwartz olha para o céu e grita: “Ele tinha um chapéu amarelo. Onde está o chapéu?”
Frequentemente nos pegamos inconscientemente agindo da mesma forma. Porém, a ousadia manifesta de forma positiva é admirada e até mesmo uma virtude a ser imitada. Se a usamos em humildade e temor, logo, reconhecemos, que acima de nós há um Deus que governa todas as coisas e, como é citado em sua palavra, tudo que plantarmos certamente colheremos.
Mas a tendência do homem da sociedade moderna é agir com esses pensamentos de ousadia sem reflexão, e o exemplo é repassado aos filhos que tendenciosamente os imitará.
A cosmovisão cristã é o avesso disso, pois o coração arrogante não considera o temor nem as consequências de sua atitude, buscando somente satisfazer o seus desejos pessoais. O homem age então com esses pensamentos. Segue seu coração, não considerando a vontade de Deus, cuja ausência priva a vida das pessoas de sentido. Esses pensamentos ainda nos levam ao abandono de valores familiares e morais “Certo é tudo aquilo que me beneficia e satisfaz meus desejos pessoais”, diz o homem após abandonar sua família, aceitar suborno, entregar-se à imoralidade ou mentir.
“O bom senso da ousadia.”
Ousamos pedir, ousamos sonhar e manifestar nossos desejos, dos mais simples e aos impossíveis a nós seres humanos limitados. Mas que façamos simplesmente com a paixão admiradora e expressão agradecida.

Jornal O Semanário

Esta notícia foi publicada por um dos redatores do jornal O Semanário, não significa que foi escrita por um deles, em alguns dos casos, foi apenas editada.

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