Opinião

Muita festa, pouca bola

O Corinthians não vive boa fase. O desempenho da equipe caiu na mesma proporção que aumentaram as polêmicas e as festas.
Foi estranho Chicão comemorar seu gol contra o Grêmio, semana passada, abraçando Jorge Henrique, que havia sido sacado do time pelo técnico Tite. Quer dizer que os jogadores estão ao lado de seus companheiros e não do treinador? Foi isso que deu a entender.
E também a badalação que hoje circunda o clube Corinthians parece que atrapalhou o grupo de atletas. Sou a favor do marketing. Mas contra a perda de foco. Tudo é festa no Corinthians! O aniversário da equipe, a chegada de lutadores, a vinda de reforços trazidos pelo agora empresário Ronaldo.
O torcedor quer gols, vitórias e conquistas! Festa é bem vinda apenas depois disso!

Valdívia vai entrar para o rol dos maiores micos do futebol brasileiro. O custo benefício do chileno em seu retorno ao Palmeiras é brincadeira de mau gosto. Ele está sempre machucado, já arrumou muitas polêmicas e parece não fazer questão de melhorar seu desgastado relacionamento com o técnico Luiz Felipe Scolari.
A atual diretoria palmeirense pode ser acusada de muita coisa: desorganizada, mal planejada e outras coisas que simbolizam o medíocre momento da equipe dentro de campo. Mas o bonde Valdívia é herança da administração passada. E que herança!

Rogério Ceni quebrou mais uma marca: mais de mil jogos com a camisa do São Paulo. Assim como Pelé no Santos e Roberto Dinamite no Vasco. É relativo avaliar o maior jogador da história de um clube. Depende da época e da circunstância. Mas para mim não há dúvidas: Rogério é o maior da história são-paulina! Pelos jogos, pelos gols, pelos títulos, pela liderança! Parabéns Ceni!

Jornal O Semanário

Esta notícia foi publicada por um dos redatores do jornal O Semanário, não significa que foi escrita por um deles, em alguns dos casos, foi apenas editada.

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