Rubinho de Souza

De volta para minha “terra natal”

Venho há algum tempo, encerrando minhas publicações aqui neste espaço, onde escrevo sobre assuntos diversos e reminiscências com a seguinte mensagem pessoal: “se Deus deixar, semana que vem eu volto”. E para minha surpresa, tenho voltado a cada semana, com a permissão Dele.

Mas o que quero dizer, é que além de estar sempre voltando a me conversar com o caro leitor amigo, através deste espaço, onde tenho imenso orgulho em dar minha humilde contribuição, quero também, com a maior alegria no meu ser, comunicar, que estou voltando para minha querida “terra natal” – minha cidade coração.

Se tudo correr bem, e os meus planos forem confirmados pelo Pai dos céus, no próximo mês estarei de mudança para a rua Dr. Soares Hungria, onde fixarei residência e pretendo instalar meu escritório, onde estarei à disposição para atender aos que me procurarem, como advogado e administrador imobiliário.

Pelo fato de Rafard, ser próxima a Capivari, posso até parecer melodramático, mas a verdade é que para mim, essa mudança está sendo uma renovação, pelo fato de voltar a morar na cidade que vi nascer, visto que quando nasci, ela era apenas Vila Raffard.

Não sei, assim como ninguém sabe, quantos dias ainda me restam de vida, mas peço a Deus, que vele por meus passos, onde quer que eu vá ou esteja, pois cada um de nós, caminha pela vida, como se fosse um viajante que percorre uma estrada.

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Rua Dr. Soares Hungria, próximo à igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, em Rafard (Foto enviada pelo colunista)

Mas, se atentarmos bem para os caminhantes, veremos que apesar das diferenças sociais e econômicas, somos todos iguais.

O que importa e conta, é a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo.

A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado. Deus nos ofereceu essa estrada, porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós.

Assim, valorizemos os companheiros de jornada, repartamos as provisões e a coberta com aquele que tem menos que nós, com o coração em festa, sejamos agradecidos a Deus pela chance de poder ajudar, e não precisar ser ajudado. Se alguém o procura no frio, é porque você tem o cobertor para repartir.

Mesmo que você que lê esta publicação, ao refletir sobre esta mensagem, pense que nada tem para repartir com alguém, isso não é verdade, pois todos nós temos algo que faz falta a alguém. Se alguém nos procura com alguma necessidade qualquer, é porque temos algo a dar que suprirá as suas necessidades.

Se a nossa vida entregarmos ao Senhor, nada poderemos nós temer.

Por hoje é só, mas semana que vem, se Deus deixar, eu volto.logo do fundo do baú raffard

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