Denizart Fonseca

Sempre o primeiro 3

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Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário (Foto: Arquivo)

Pelo próprio temperamento, as mulheres acham que o filho que delas nasceu, a carne de sua carne, deve ser a primeira pessoa do mundo, está acima de tudo e de todos, inclusive, muitas vezes, acima do próprio marido.

No entanto, já o dissemos, para sua felicidade a mulher deve colocar o marido acima de todos, inclusive de seus filhos. Lógico que deve haver moderação e equilíbrio, e essa colocação precisa ser “sentida” pelo marido, mais do que propriamente real.

No modo de tratá-lo em sua vida diária, seu marido permanecerá sempre com o lugar que conquistou em seu coração: o primeiro. Foi por ele que você conseguiu constituir seu lar, foi dele que obteve os filhos, é ele que sustenta você e os filhos, é nele que você se apoia em seus momentos de alegria e de aflição.

Então quando, pela manhã, ele reclama dizendo que a camisa está sem um botão, não responda: “não tive tempo por causa das crianças”, não. Responda bastará justificar-se que esteve com a camisa várias vezes na mão para pregar o botão, mas não o conseguiu.

Não deixe que a sua roupa fique desleixada, que o almoço dele se atrase, para que ele jamais pense que está “ficando para traz”… Que os filhos lhe roubaram uma parte daquela felicidade que ele tanto gozava no início do casamento. Isso poderia causar-lhe (mesmo não confessando), um desgosto íntimo em relação às crianças, essas “intrusas“ que lhe roubaram a primazia no lar. Vê que o lar por ele constituído, fundado por ele, mantido por ele com todo amor e carinho, o está desprezando, colocando-o quase como um estranho, um zero à esquerda, um ser a quem só se pensa, depois que tudo o mais é feito nesse lar.

Quando o homem começa a sentir-se “sobrando”, preferirá o lugar em que é olhado como a figura principal. A vaidade do homem é típica: mesmo que ele saiba que não é a verdade, gosta de sentir-se o mais querido. Não lhe custa, nossa amiga, tratá-lo dessa maneira, demonstrando-lhe cuidado, atenção, amor e respeitosa consideração. Para isto, diga de vez em quando que ele é, em sua opinião, o maior, que ninguém tem palavras tão belas, ações tão nobres e gestos tão dignificantes quanto ele. (Segue)

CIDADANIA

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ARTIGO escrito por Denizart Fonseca, Cidadão Rafardense, oficial da FAB e professor de Educação Física e Desportos, colaborador desde a fundação do jornal O Semanário. Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. São de inteira responsabilidade de seus autores.

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